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Café beira rio 2

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De acordo com dicionários, a definição de instante é uma porção breve de tempo. Gostaria contextualizar esse assunto com o trânsito, tentando especificar exatamente que porção é essa e o que ela pode separar.

Há milhares de anos o homem tem ocupado, habilitado e organizado o meio, isso vem acontecendo desde o homem primitivo até o atual.

O ato de caminhar foi o meio de locomoção mais antigo e rudimentar que o homem desenvolveu. Depois disso, algumas invenções permitiram o deslocamento mais fácil e rápido, como a roda, trenó, canoa etc. Desde o início da história, os veículos destinavam-se apenas ao transporte de bens, depois passaram a ser usados para transportar o homem e seus pertences, e, por último, foram desenvolvidos os veículos para transporte exclusivos de pessoas.

Inventamos e modernizamos os veículos para melhoria das nossas locomoções, hoje vamos mais longe e de maneira mais confortável, percursos que antes eram demorados e afadigados, são viajados em curto espaço de tempo e com o mínimo de esforço.  Tudo deveria cooperar para o sucesso dos meios de transportes dos nossos dias, concorda comigo? Deveria.

Em um instante, essa história de sucesso, conforto, status, aventura, adrenalina, velocidade...  PÁ, PONTO FINAL. Acabou, por um instante tudo isso existia, é passado.  O que fica? Saudade, tristeza, agonia, infelizmente não aprendemos com os nossos próprios erros, muito menos com os erros dos outros, se pudéssemos aprender, a cada dia teríamos menos acidentes, mortes, mutilações, vítimas e culpados. O homem é o Lobo do próprio homem.

Por ano são milhares de vidas que se apagam no trânsito do nosso Brasil que já padece de tantos males, educação, saúde, segurança, corrupção, entre outras mazelas que deveríamos ter vergonha de sermos o país campeão.

Para finalizar, gostaria de pedir um instante da sua atenção, para que possamos ter vários instantes de bons exemplos no trânsito, fazendo com que por alguns instantes, outras pessoas adquiram esses mesmos hábitos em prol de um trânsito mais seguro, vejamos como é isso na prática. No instante que você for conduzir seu veículo, use o cinto de segurança ou use o capacete; No instante que estiver acima da velocidade (na área urbana a velocidade de segurança é no máximo 40 Km/h), reduza; No instante que se aproximar de uma faixa de pedestre, de a preferência; No instante que aparecer um atalho (a famosa “roubadinha”), não faça, é roubada; No instante que for beber, não dirija; finalmente, no instante que você poderia gerar um acidente de trânsito por negligenciar algumas das ações supracitadas, fique vivo e volte para o ceio das pessoas que te ama.

Se eu e você mudar, os outros nos seguirão!

Por Wagne Melkart – Diretor

Melkart Consultoria e Soluções em Trânsito.